Salkantay: uma caminhada até Machu Picchu

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Um grupo afinado

 

Frio, céu estrelado, comida excelente e uma caminhada de quatro dias nos levaram até Machu Picchu, no Peru. Uma viagem para realizar um sonho antigo. Além da caminhada, foi necessário uma estada de três dias em Cusco (3.400m), importante para aclimatação quanto à altitude. Ainda bem que não senti os efeitos colaterais dessa mudança, já que vivo no Rio de Janeiro (Brasil), uma cidade ao  nível do mar.

A viagem foi programada meses antes e tivemos que enviar 50 por cento do valor cobrado pela trilha com dois meses de antecedência. É um pacote que se esgota rápido.   A empresa cumpriu a programação extamente como havia sido vendida. Não houve surpresas desagradáveis, a estada de 9 dias  se fez perfeita. Cusco surpreendeu por ter em volta uma população pobre morando nas encostas. A cidade é um importante centro turístico e muitos ganham a vida explorando essa atividade. Andando por suas ruas, mesmo à noite, há uma sensação de segurança. Apesar de possuir trânsito caótico, Cusco é imperdível, com sítios arqueológicos incas e construções espanholas do século XVI.

A Trilha Salkantay ( 58k- dificuldade média/alta )

A trilha Salkantay é considerada, pela revista National Geographic, uma das melhores trilhas do mundo .  Partimos de Mollepata – Soraypampa (3.850m ). No segundo dia, a caminhada vai até o Paso de Salkantay- Challway, depois, La Playa (Sawayaco) – Santa Teresa (3.850m). Por último Santa Teresa/Hiddrelétrica/Águas Calientes até Machu Picchu (2,430m). A subida até o sítio arqueológico Inca pode ser feita a pé ou de ônibus. Antes, porém, é necessário enfrentar uma fila quilométrica, pois o mundo inteiro vai para Machu Picchu. O retorno a Cusco é feito em parte por trem, até Ollantaytambo- aliás, um trajeto magnífico.

Antes de retornar ao Brasil, resolvi conhecer Winicunca, Montanha de Sete Cores, uma atividade de dia inteiro por 30 dólares, incluídos translados, café da manhã e almoço. Uma viagem de mais ou menos 2h30m, saindo de Cusco. Um espetáculo, emociona.

No Peru troca-se real também. Detalhe: o novo sol é mais valorizado do que a nossa moeda (isto em setembro de 2018). Em Cusco, há diversas casas de câmbio. Levei dólares e reais e troquei nossa moeda sem problema.

Agradecimentos: Yuri  Champi Tumpay ( nosso guia no Peru), Ana Xavier, amiga e guia do CEB, Alexandre, Paula, Rafael, Roberto, Marisol , Jenny e Fernando (estes  três últimos, mexicanos). Companheiros de aventura , que proporcionaram momentos de diversão e de ajuda mútua.

Texto: Sandra S. Peleias

Trekking na Patagônia- nove dias- circuito O

Cordillera Blanca (PERU)

 

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Cordillera Blanca (PERU)

Viagem realizada em 2012, organizada pelos guias do CEB ( Centro Excurcionista Brasileiro) Martinus Beeck e Antônio Dias. Não foi preciso um grande investimento para realizar essa trip fantástica. Outra vantagem das viagens promovidas pelo clube é a reunião de pessoas totalmente afinadas com o montanhismo, uma atividade que requer simplicidade, companheirismo, humildade, respeito à natureza e disposição para desfrutar das belezas, mesmo nas alturas.

A base, de onde o grupo  saía para o trekking, era em Huaraz.  No Peru, a viagem teve duração de  15 dias, tendo sido organizada um ano antes. O clube costuma organizar  trekking internacional: Patagônia, Panamá, Costa Rica, Equador etc.. E muitos guias costumam viajar constantemente para fazer alta montanha.

Além das viagens internacionais, são organizadas trips nacionais e em todos os finais de semana acontecem excursões para todas as idades. Segue o site do Centro Excurcionista Brasileiro para conhecimento das atividades. (texto: Sandra S. Peleias)

Centro Excurcionista Brasileiro

 

corraatrasdanatureza

 

 

 

 

 

 

 

 

Vai de bike Freguesia incentiva mobilidade urbana

 

A bicicleta pode não dar status, mas garante bem estar, combate a poluição e torna o ir e vir nas vias públicas bem mais fácil. Pensando assim, alguns membros da Associação de Moradores e Amigos da Freguesia ( AMAF) criaram o projeto Vai de Bike Freguesia- lançado em 15 de dezembro deste ano.

Somente no dia do lançamento, o abaixo-assinado pela melhoria da mobilidade urbana na área reuniu cerca de 500 assinaturas. A participação da população demonstrou o quanto as pessoas desejam o envolvimento do poder público na melhoria da qualidade de vida de Jacarepaguá.

Pensado por Fabio Vaz, que nutre o desejo de ver suas filhas crescerem em um bairro melhor”, o projeto foi abraçado pela AMAF e criou-se um grupo de trabalho para pensar e executar iniciativas que colaborem com a implantação da ideia de construir um bairro melhor para se viver.

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O projeto não se refere somente ao uso da bicicleta, é mais abrangente : além de reivindicar a recuperação de ciclovia já existente ( Freguesia/Barra) e criar um circuito na área da Freguesia para o trânsito das magrelas, estão ocorrendo negociações com autoridades locais, comerciantes e empresários para a colocação de câmeras de seguranças a fim de coibir qualquer ação criminosa. Inclui também a revitalização de áreas de convivência social e de práticas esportivas.  Visa, ainda,  a criação de eventos esportivos e empresariais mensais. 

Texto: Sandra S.Peleias

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Bicicleta pede passagem (por que não?)

Mamães fazem aula de pilates com os bebês (usam sling)

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A fisioterapeuta Alexandra Diniz desenvolve uma prática de Pilates que as mães podem fazer junto com seus bebês até que o peso e a altura deles não comprometam a realização dos exercícios. O que torna possível se exercitar, amamentar e dar carinho é o uso do sling. Formada pela Estácio de Sá R9, ela trabalha também no Hospital do Andaraí e já atendeu o time de futebol do Botafogo.

As mamães entram em forma rapidamente e aproveitam momentos prazerosos junto aos bebês, que necessitam dessa convivência. A fisioterapeuta Alexandra Diniz desenvolveu este trabalho porque sentiu a necessidade de suas alunas retornarem às aulas assim que tiveram os bebês.

 

Voltar a fazer a  atividade física de antes proporciona bem estar e recupera em pouco tempo a alta estima da mulher, mantendo o corpo firme e saudável. A prática de Pilates também combate o estresse, que muitas vezes prejudica a amamentação e o relacionamento da mulher com a família , com os amigos e parentes.

“Tudo muda, na verdade, com o nascimento dos filhos, mas não há necessidade de cortar laços e de se afastar da atividade física de antes nem das pessoas. O Pilates para mães e bebês já tem muitas adeptas”, garante a fisioterapeuta Alexandra Diniz, ela mesma mãe de Rafaela, de quase um ano.

 

Mamães aprovam a experiência

 Carolina Bastos- “Os exercícios com sling foram ótimos, pois trabalham força, equilíbrio e postura. Meu condicionamento físico melhorou e , o melhor de tudo, é que o sling proporciona  interação e fortalecimento do  vínculo entre mãe e bebê. Meu bebê adorava. Foi um período maravilhoso e benéfico”.

Renata Meireles- “ Eu adorei fazer aula de Pilates com a minha filhinha no Canguru. Durante a minha licença maternidade, eu tive uma crise de coluna, tinha que retomar às aulas de Pilates, com urgência, e , ao mesmo tempo, não podia ficar longe da minha filha. Fazer aula com ela, me proporcionou um retorno à vida  social, à otimização da redução de peso e à  reeducação corporal ( minimizando os problemas posturais, inclusive na maneira de carregar e amamentar o bebê), além de fortalecer o vínculo com a minha filha. A minha filha adorava fazer aulas comigo. É muito bom tanto para para nós, mães, quanto para os filhos. Foi uma experiência maravilhosa”.

 

Alexandra Diniz- Studio Pilates Training (Rua Araguaia 676.Freguesia JP)-Fones :(21) 30646886 e (21) 980090581 -e-mail studiopilatesalexandradiniz@gmail.com

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Texto: Sandra S. Peleias ( assessora de imprensa e webjornalista – 21 995114445)

(fotos cedidas por Alexandra Diniz)

Corra atrás da saúde com o Programa DNA Fitness de emagrecimento

Por mais difícil que seja a situação, o esporte é uma ótima válvula de escape contra as tensões e para a manutenção da  saúde. Mas, ninguém pode, de repente, sair do sofá direto para a prática de atividades físicas. É necessário realizar exames e pesquisar atividades e profissionais de acordo com as suas necessidades.

Para quem quer perder peso, ganhar condicionamento e levar uma vida atlética, a personal trainer Viviane Vianna,  pós-graduada, em 2002, em Educação Física e Qualidade de Vida , desenvolveu um programa que considera infalível,  “caso a pessoa tenha disciplina e força de vontade”, ressalta.

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O Programa DNA Fitness de Emagrecimento tem duração de oito semanas e o treinamento  é desenvolvido on line , com acompanhamento nutricional. As semanas são divididas em três fases com evolução na intensidade dos exercícios.

Viviane  explica:  “Você acompanha pelo computador ou por qualquer outro meio de acesso à Internet. O treinamento está baseado na metodologia de treinamento intervalado de alta intensidade. Isto irá lhe proporcionar grandes resultados de queima de gordura e melhora da qualidade muscular. A dieta acompanha o nivel de intensidade do treinamento”.

A personal lembra que a atividade física é fundamental para a manutenção da saúde,  para o bem estar físico e mental. Diminui os riscos de se desenvolver  doenças coronarianas, diabetes e, entre outras, hipertensão.  É também uma grande aliada na manutenção do peso ideal e na melhora da auto estima.

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O seu trabalho de personal trainer se desenvolve de acordo com o objetivo do aluno. Ela planeja e orienta os  treinos  controlando os resultados através de avaliações e testes específicos.

 

www.dnafitnessrj.com.br 

Corrida de rua: vale ir de “pipoca” se a grana estiver curta

Na cidade do Rio de Janeiro não há muitas desculpas para deixar de fazer atividades ao ar livre. É uma cidade ensolarada praticamente o ano inteiro (estrangeiros adoram o nosso clima) e possui áreas diversas para uma série de atividades. Litoral, montanhas, parques. Tudo à disposição 0800 ou quase.

No domingo passado (20/11/2016), experimentei um evento, para mim, desafiador: uma corrida de 5k, na Quinta da Boa Vista (São Cristóvão). Incentivada por amigos (que já estão nos cinquenta ou perto de) e por meu parceiro, fui lá e consegui concluir a corrida ainda com fôlego para posar, sorridente, para uma foto.

É claro que não levo uma vida sedentária e já venho correndo na rua há algum tempo (treinos com uma galera que corre, caminha, nada, pula, salta, dança, escala e, claro… toma  uma cerva). O interessante dos eventos de corrida de rua é que qualquer um pode participar, comprando kit ou não. Vai na modalidade “pipoca”. Pega o calendário, marca o evento e aparece lá para se divertir.

Nesses tempos de grana curta (crise econômica agravada por uma crise moral – corrupção do Oiapoque ao Chuí), é um momento de diversão e prazer os eventos de corrida de rua. Durante o ano são vários. Se o fôlego faltar para cumprir o percurso, não precisa se envergonhar nem se sentir um fracasso, simplesmente caminhe. De “pipoca” ou não, a diversão é garantida. Seu fim de semana vai ganhar cor e alegria. Está esperando o que para correr atrás da natureza?

Detalhe importante: Para todas as idades é necessário fazer os exames médicos de praxe a fim de  estar em dia com a saúde. E, se solta, fazer esporte é pura diversão.

texto: Sandra S. Peleias

Curiosidade sobre a expressão do Oiapoque ao Chuí: 

É uma referência à dois extremos territoriais do Brasil (do norte ao sul), que pode significar diversidade cultural, abrangência nacional e até exagero. No entanto, uma nova expedição oficial contestou e provou que o ponto geográfico mais setentrional (norte) do país não fica localizado no município de Oiapoque, mas, sim, no Monte Caburaí, em Roraima. Já a pequena Chuí, de fato,é o ponto mais extremo ao sul. 😉

Pelos vulcões do Equador

Uma viagem aos vulcões do Equador, país que oferece muitas aventuras. Foi uma viagem também organizada pelo Centro Excurcionista Brasileiro (CEB). Os guias que trabalharam por um ano, para que a viagem se concretizasse ,foram Martinus van Beeck e  Adilson Rodegheri Peçanha.

O ponto alto da viagem de 15 dias foi a subida ao Vulcão Cotopaxi. O tempo ruim, com ameaça de avalanche, não permitiu a chegada ao cume, mas passamos dos 5.400 metros de altitude.

 

Foi mais uma grande experiência, o grupo se desafiou a vencer o frio e a altitude. Algumas pessoas podem não se sentir bem fazendo alta montanha ( mal da montanha- também conhecido como doença das alturas ou hipobaropatia: uma condição patológica relacionada com os efeitos da altitude nos humanos, causada por exposição aguda à baixa pressão parcial de oxigênio a altas altitudes; ocorre normalmente acima dos 2400 metros de altitude).

Não se registrou esse mal em nenhum dos participantes, mas é sempre uma preocupação para quem se aventura subir altas montanhas.

Para quem ama pedalar, Baños é ideal, por lá há La Ruta das Cascadas ( grandes cachoeiras estão pelo caminho, vale muito a pena).

 

Texto : Sandra S. Peleias

Fotos: Maurício Gonçalves e Sandra S.Peleias

 

Centro Excurcionista Brasileiro

#corraatrasdanatureza

 

 

 

Cachoeiras de Macacu, com natureza generosa, se organiza para receber turista

 

macacu8Foi criado pela Prefeitura o Conselho Municipal de Turismo, na cidade de Cachoeiras de Macacu, com a finalidade de dar oportunidade à sociedade civil de discutir propostas de organização do setor turístico do município. A Ciclomacacu  (Organização Comunitária  dos Ciclistas de Cachoeiras de Macacu) faz parte do Conselho e já tem inúmeras propostas para que o local tenha infraestrutura para receber ciclistas de todo país.

Vários grupos que representam atividades esportivas e de aventuras integram o Conselho, além de pousadas, hotéis e restaurantes. Empresários e amantes de atividades ao ar livre estão há dois anos realizando encontros, a fim de definir um Plano Diretor  que atenda a todos os setores que trabalham com o turismo  local.

Nesses encontros, também se discute medidas de proteção ambiental, para que a incrementação ao turismo não traga prejuízos à natureza. Macacu, com seus rios, cachoeiras, trilhas e matas, é  um paraíso tropical, que, durante muito tempo, era vista apenas como  um lugar de passagem para outros municípios.

Já existe por lá a consciência ecológica, mas está sendo discutida uma legislação que garanta um turismo consciente e não predatório. Na cidade, há muito para se fazer:  caminhadas,passeios de bicicleta, escaladas, rapel, tirolesa, stand up etc.. Com certeza é uma opção de lazer, e, melhor ainda, fica pertinho do Rio de Janeiro.

 

 

Texto: Sandra S. Peleias

Fotos: Maurício Gonçalves

Cachoeiras de Macacu

 

 

 

Patagônia Argentina

Planejar esta viagem ( Ushuaia e El Calafate) já é um sonho, ir lá, então, é uma oportunidade fantástica. Chegar no fim do mundo, vislumbrar paisagens incríveis, apesar do frio e do vento, deve estar na programação  de qualquer montanhista e aventureiro.

Os primeiros desbravadores destas terras chegaram a pé ao que é hoje a Ilha Grande (ou Isla Grande, em espanhol), há mais de onze mil anos.
A cidade de Ushuaia foi fundada em 12 de outubro de 1884, sobre as costas do Canal de Beagle, e é rodeada pelos montes Martial e Olivia, da cordilheira dos Andes, e pelos férteis e belos vales glaciais.
À medida que o homem branco avançava sobre o território, a vida dos indígenas ia sofrendo gravíssimas perturbações.  Já em 1930 quase toda a população aborígine havia desaparecido.

No início do século XX foi construído nas proximidades da então aldeia de Ushuaia o célebre Presidio de Ushuaia, que funcionou de 1902 a 1947. Posteriormente passou para as mãos da Marinha da Argentina e, após um longo tempo de abandono, foi transformado em um museu, o Museo del Fin del Mundo.

O museu exibe, entre outras curiosidades, a linha de ferro mais austral do mundo, que conduzia os presos do Presidio de Ushuaia aos campos de trabalho situados no atual Parque Nacional Tierra del Fuego. Recentemente a linha de ferro foi reativada com propósitos turísticos, conectando o terminal, situado no parque nacional, com a Baía de Lapataia.

Parques, montanhas, pinguins, leões-marinhos e uma série de esportes e  de aventuras  são as atrações do lugar. Depois de ir a Ushuaia, vale a pena visitar El Calafate, para admirar o Glaciar Perito Moreno e outras atrações ( nosso tempo de permanência na cidade e dinheiro não permitiu que passeássemos mais por El Calafate).

Não contratamos agência de viagem, planejamos a nossa aventura por quase um ano   (levamos dólares, pesos argentinos e chilenos). Uma viagem que iria se estender até à Patagônia Chilena. Ficamos hospedados em hostel ( uma forma de hospedagem mais em conta) e contratamos os passeios de acordo com a nossa disponibilidade de tempo e dinheiro.

Texto e fotos: Sandra S.Peleias

#corraatrasdanatureza

Vencendo a idade através do esporte

Para praticar esportes não há limite de idade, como algumas pessoas chegam a pensar. Se os exames indicarem um bom estado físico, por que não aproveitar as áreas de uma cidade que oferece inúmeras oportunidades para se fazer exercícios físicos? Vale tudo: caminhar, nadar, remar, correr, patinar,  andar de bicicleta e de skate, velejar, trilhar, escalar, jogar bola, vôlei… enfim, o  Rio de Janeiro oferece condições ideais  para se  cuidar da saúde mental e física.

Há pessoas que dão esse exemplo de vigor, embora já tenham passado dos 50 anos. Corraatrásdanatureza entrevistou  quem  não se dobra em função dos anos e sempre procura realizar novas aventuras para manter o pique e a saúde.

FOGO PARA VIVER

Maurício Gonçalves tem  uma história de superação para contar: ” com 16 ossos fraturados, três cirurgias no pé esquerdo, ligamentos parcialmente rompidos, no joelho e  ombro direitos, e uma hérnia discal em L5, conseguidos nas 52 voltas ao redor do sol, eu diria que este indivíduo deveria estar na cama, em casa, assistindo  o Faustão, e não se metendo em provas de XC, Audax,  corridas de 15 km, mergulho, windsurfe, skate, escalada, montanhismo, cicloviagens etc..”

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Maurício Gonçalves tem a companhia de seu filho Théo nas atividades ao ar livre, para ele, criança não atrapalha. “É só adaptar o roteiro dos passeios”.

“Pois é, justamente estas “adversidades” me levaram a praticar esportes e  a perceber todos os benefícios dessas práticas. E de quebra ainda ganhei um novo amor (conheci a autora do blog através do pedal), ou seja, esportes fazem bem em todos os sentidos!”
“Ao trabalhar com pacientes na faixa etária acima de 60 anos, percebi que todos que se encontravam em ótimas condições de vida  apresentavam uma atividade física regular, como um ponto comum em suas trajetórias de bem-estar. Com essas observações em mente, passei a me aproximar, ainda mais, das “coisas” ao ar livre: praia, campo, montanha…Luz, Ar, Água, Terra e com isso conseguimos o Fogo para viver. Tente isso e você verá os resultados! Corra atrás que a Natureza está te esperando!”

UMA GUINADA NA VIDA

Roberto Moreno, mais conhecido como Bugreman Blues (bugre e rock são também paixões), fala sobre o que mudou em sua vida a partir de atividades esportivas:

Bugre Man“Confesso que fiquei alguns anos sem exercício físico na minha vida, onde concluo que foi péssimo. Por experiência própria, minha vida dá uma guinada surpreendente toda vez que mantenho meu corpo exercitado e posso afirmar a diferença que faz no nosso desenvolvimento e na qualidade de nossas vidas”. Roberto, também montanhista, associado do Centro Excurcionista Brasileiro,  lembra, ainda, que traz consigo cinco pontes: três de safenas, uma radial e uma mamária.

Idades variadas na mesma vibe
Idades variadas na mesma vibe

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Além disso, fazer novos amigos também é um objetivo dessa galera esportiva. Amigos em idades variadas, não importa o quanto se é jovem ou não, o importante é que todos estão juntos, realizando a mesma atividade. Ou seja, preconceito não existe.

IDADE NÃO CONTA

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Maria Dalva

Maria Dalva Gonçalves é montanhista, associada do Centro Excurcionista Brasileiro (CEB). Em sua vida, muitas trilhas e viagens. Experiência que lhe rendeu muitos amigos e aventuras inesquecíveis. Para esta guerreira, não existe o fator idade. Ela, com sua habitual gargalhada, costuma perguntar: o quê? Idade? O que é isto?

“Foi através de um amigo de minha filha que cheguei às montanhas há 25 anos. Foi paixão à primeira vista. Estar em contato com a natureza me transforma. Superar meus limites me faz  sentir realizada.

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Dedo de Deus

Quando estou em uma trilha, tudo o mais fica em segundo plano e me sinto inserida na natureza: uma orquídea, um tronco de árvore diferente. Aquele momento é uma obra de arte e, ao chegar ao cume, geralmente sou presenteada com paisagens deslumbrantes. Tudo isso e mais a amizade e o espírito de companheirismo do esporte. A cada nova trilha  parece que ganho mais vida…e a idade não conta para essa vontade enorme de subir mais e mais montanhas”.

“ME ORGULHO DE MIM MESMA”

Claudia Amélio primeiro se encantou com o ciclismo, depois partiu para o montanhismo e fez curso de escalada. Isso, depois de duas filhas já adultas.Ela conta que foi na Grécia, em Atenas, que se entusiasmou pelo ciclismo. “Eram pelo menos mil pessoas, com capacetes , luzes piscando e roupas coloridas. Fiquei fascinada. Lembrei da minha época de criança, andando de bike na fazenda.”

“Aí, decidi, é isso que quero fazer. Na volta ao Rio, procurei as bikes do Itaú para começar.  Entrei no Facebook e comecei a procurar grupos de ciclistas, porque queria fazer o que tinha visto lá fora.  Foi um resgate do meu tempo de criança, da inocência, da alegria. Eu agora tinha novos amigos e a cada dia conhecia mais . Minha auto estima aumentou, minha saúde melhorou, assim como o meu  humor. Também emagreci e um mundo novo surgiu na minha frente.”

“Aos 49 anos já tinha uma mountain bike . Subia montanhas, Vista Chinesa, vencia desafios a cada pedalada. A cada coisa nova que conseguia fazer era uma sensação de superação, de conquista  e  de liberdade. Aos 50, entrei para um clube de montanhismo (CEB). Novos amigos, novos desafios, novas aventuras. Vista chinesaEram agora a bike e as trilhas nas montanhas.  E aos 52 resolvi fazer um curso de escalada.  Tenho 53 anos,  pedalo, faço trekking e escalo. Participo de vários grupos,  tenho novos amigos e um novo amor. Sinto muito orgulho de mim mesma: do meu corpo, da minha saúde física e mental , da minha energia , da minha vitalidade, do meu alto astral e dos meus novos amigos”.

Texto: Sandra S. Peleias

(fotos gentilmente cedidas pelos entrevistados)

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