Integrantes da equipe máster de natação do Fluminense somam mais de mil anos

O Fluminense Futebol Clube tem a maior equipe Máster do Rio de Janeiro. Muitos atletas já passaram dos 70 anos e há quem nade na faixa etária 80 mais. Somando as idades dos atletas do Fluminense, se ultrapassa os mil anos. Treinam e participam de competições, em piscina e no mar. A paixão pelo esporte, para muitos, vem dos tempos de criança, mas, alguns começaram a nadar já na idade avançada.

Fica difícil parar de nadar, porque o hábito fortalece os músculos e mantém a mente clara e dinâmica. É a busca pela saúde,  socialização e diversão. Treinar faz parte da vida,  ser atleta Máster  é motivo de orgulho e afasta a ideia de que o idoso não pode vencer limites e se desafiar.

No Fluminense, quem comanda a equipe Máster é a professora e técnica Aninha Silva   (há  mais de 25 anos à frente da equipe mirim). Entusiasta da natação , atleta e muitas vezes campeã, mantém unida a equipe,  estimulando os treinos e as competições. É incansável no comando da maior equipe Máster de natação do Estado do Rio de Janeiro, que conta com 100 atletas e participação efetiva de cerca de 80.

A nadadora Maria Lenk (1915-2007) escreveu o livro Longevidade no Esporte e nadou  seus 1.500 metros diários até os últimos dias de vida. Nora Ronai, nascida em 1924, treina diariamente e participa de competições. Em agosto de 2014, conquistou seis medalhas de ouro no campeonato Mundial de Máster, em Montreal, no Canadá.

Muitos seguem os passos de Maria e Nora, menos famosos, mas com o mesmo pique e disposição, participando das provas 60,70,80 e 90 mais. Além dos idosos, também são Másters e participam das competições pessoas portadoras de deficiência. Os Másters estão nas piscinas e nas maratonas de mar. Ninguém pensa em parar os treinos, já superaram o estágio humano e viraram “peixes”.

Benefícios já comprovados

É consenso que a natação é um dos esportes mais completos , reduzindo os impactos nas articulações. Assim, o risco de fraturas é menor do que em outras atividades físicas, “tornando a prática ideal para pessoas que possuem problemas ósseos, como a osteoporose e artrose”, afirmam os médicos. Também  contribui para aumentar a disposição, melhora a capacidade de raciocínio, diminui sintomas de doenças cerebrais (como o Mal de Alzheimer), contribui para elevar a autoestima e estimula  a vida social. “A solidão não faz bem a ninguém”, alertam psicólogos.

Se todos os exames forem favoráveis, por que não se lançar a este desafio? Comece devagar, respeitando e ouvindo seu corpo.

Texto: Sandra S. Peleias

 

 

 

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Salkantay: uma caminhada até Machu Picchu

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Um grupo afinado

 

Frio, céu estrelado, comida excelente e uma caminhada de quatro dias nos levaram até Machu Picchu, no Peru. Uma viagem para realizar um sonho antigo. Além da caminhada, foi necessário uma estada de três dias em Cusco (3.400m), importante para aclimatação quanto à altitude. Ainda bem que não senti os efeitos colaterais dessa mudança, já que vivo no Rio de Janeiro (Brasil), uma cidade ao  nível do mar.

A viagem foi programada meses antes e tivemos que enviar 50 por cento do valor cobrado pela trilha com dois meses de antecedência. É um pacote que se esgota rápido.   A empresa cumpriu a programação extamente como havia sido vendida. Não houve surpresas desagradáveis, a estada de 9 dias  se fez perfeita. Cusco surpreendeu por ter em volta uma população pobre morando nas encostas. A cidade é um importante centro turístico e muitos ganham a vida explorando essa atividade. Andando por suas ruas, mesmo à noite, há uma sensação de segurança. Apesar de possuir trânsito caótico, Cusco é imperdível, com sítios arqueológicos incas e construções espanholas do século XVI.

A Trilha Salkantay ( 58k- dificuldade média/alta )

A trilha Salkantay é considerada, pela revista National Geographic, uma das melhores trilhas do mundo .  Partimos de Mollepata – Soraypampa (3.850m ). No segundo dia, a caminhada vai até o Paso de Salkantay- Challway, depois, La Playa (Sawayaco) – Santa Teresa (3.850m). Por último Santa Teresa/Hiddrelétrica/Águas Calientes até Machu Picchu (2,430m). A subida até o sítio arqueológico Inca pode ser feita a pé ou de ônibus. Antes, porém, é necessário enfrentar uma fila quilométrica, pois o mundo inteiro vai para Machu Picchu. O retorno a Cusco é feito em parte por trem, até Ollantaytambo- aliás, um trajeto magnífico.

Antes de retornar ao Brasil, resolvi conhecer Winicunca, Montanha de Sete Cores, uma atividade de dia inteiro por 30 dólares, incluídos translados, café da manhã e almoço. Uma viagem de mais ou menos 2h30m, saindo de Cusco. Um espetáculo, emociona.

No Peru troca-se real também. Detalhe: o novo sol é mais valorizado do que a nossa moeda (isto em setembro de 2018). Em Cusco, há diversas casas de câmbio. Levei dólares e reais e troquei nossa moeda sem problema.

Agradecimentos: Yuri  Champi Tumpay ( nosso guia no Peru), Ana Xavier, amiga e guia do CEB, Alexandre, Paula, Rafael, Roberto, Marisol , Jenny e Fernando (estes  três últimos, mexicanos). Companheiros de aventura , que proporcionaram momentos de diversão e de ajuda mútua.

Texto: Sandra S. Peleias

Trekking na Patagônia- nove dias- circuito O

Cordillera Blanca (PERU)

 

Cordillera Blanca (PERU)

Viagem realizada em 2012, organizada pelos guias do CEB ( Centro Excurcionista Brasileiro) Martinus Beeck e Antônio Dias. Não foi preciso um grande investimento para realizar essa trip fantástica. Outra vantagem das viagens promovidas pelo clube é a reunião de pessoas totalmente afinadas com o montanhismo, uma atividade que requer simplicidade, companheirismo, humildade, respeito à natureza e disposição para desfrutar das belezas, mesmo nas alturas.

A base, de onde o grupo  saía para o trekking, era em Huaraz.  No Peru, a viagem teve duração de  15 dias, tendo sido organizada um ano antes. O clube costuma organizar  trekking internacional: Patagônia, Panamá, Costa Rica, Equador etc.. E muitos guias costumam viajar constantemente para fazer alta montanha.

Além das viagens internacionais, são organizadas trips nacionais e em todos os finais de semana acontecem excursões para todas as idades. Segue o site do Centro Excurcionista Brasileiro para conhecimento das atividades. (texto: Sandra S. Peleias)

Centro Excurcionista Brasileiro

 

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Niterói- Búzios, de bicicleta

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Ir a Búzios de carro, a 160 quilômetros da cidade de Niterói, não era mais novidade para o grupo, formado por mim, o marido Maurício Gonçalves e o amigo Washington Magalhães Júnior. Por isso, as magrelas foram acionadas para a trip. As bicicletas passaram por revisão, economizamos no peso da bagagem; e a opção foi não fazer planejamento prévio para o pedal:  paradas e pernoites estavam em aberto. Uma trip batizada  de “Sem lenço e sem documentos”, aliás um projeto que reúne amigos de aventuras. Apenas uma decisão foi tomada: não seguir viagem ao cair da noite (por questão de segurança).

Incorporando um trajeto mais atrativo à viagem, a saída de Niterói e chegada em Maricá foi pelo Caminho de Darwin. Sem pressa e aproveitando as paradas, o primeiro pouso foi em Barra de Maricá, uma pousada com música alta e sem ar condicionado. Fazer o quê? Já estava anoitecendo e  o pit stop ali se fez necessário.

Sobrevivemos ao calor e ao desrespeito dos que não iriam acordar cedo. No segundo dia, o grupo passou por toda a Apa (Área de Proteção Ambiental) de Maricá, Ponta Negra, Jaconé e chegou em Saquarema. Houve tempo para banho de mar, cerveja e a tradicional foto com a Igreja de Nossa Senhora de Nazareth ao fundo.

Revigorado, o grupo encontrou, enfim, a paz em uma pousada silenciosa e equipada com o saudoso ar condicionado. Uma saidinha até ao restaurante mais próximo nos apresentou o guia Andre Cheregatti, biólogo, garçom e bugreiro. André explicou que a trilha que liga Saquarema à Praia Seca tem quase dois quilômetros de areia e que o grupo poderia fazer essa travessia de bugre, para evitar um grande esforço e vislumbrar as lagoas de Jacarepiá e Vermelha, pouco conhecidas por locais e turistas. A trilha diminui em 10 quilômetros o trajeto entre Saquarema e Praia Seca.

 

A proposta foi aceita de cara. Não empurrar a bike debaixo de um solão e poder tomar banho nas lagoas, totalmente desconhecidas pela maioria das pessoas, era uma ideia tentadora. Mas, como levar três bikes e três pessoas em um bugre? André tornou  possível a empreitada. Além de muito solícito, tem um grande conhecimento das questões ambientais, o que tornou o papo enriquecedor e animado. Acertamos em fazer a trilha com o André, ótimo guia.

Depois de Praia Seca, Cabo Frio e, finalmente, Búzios. Chegamos famintos e ávidos por uma cerveja. A partir daí, somente praias: Geribá, Ferradurinha e Ferradura, com as magrelas.  O retorno foi de ônibus. Embarcamos as magrelas sem problemas e chegamos no ponto de partida : Niterói, uma cidade mais amiga da bike do que o Rio de Janeiro.

Búzios é uma cidade perigosa para ciclistas. Sem ciclovias, os motoristas são distraídos em relação às bicicletas e não há muito espaço para trafegar com as magrelas. Muitos carros nas ruas na alta temporada e engarrafamentos. O grande lance , mesmo, foi a viagem. Búzios era apenas o destino. 

texto: Sandra S. Peleias

fotos: Mauricio Gonçalves

 

 

 

 

 

 

 

 

Vai de bike Freguesia incentiva mobilidade urbana

 

A bicicleta pode não dar status, mas garante bem estar, combate a poluição e torna o ir e vir nas vias públicas bem mais fácil. Pensando assim, alguns membros da Associação de Moradores e Amigos da Freguesia ( AMAF) criaram o projeto Vai de Bike Freguesia- lançado em 15 de dezembro deste ano.

Somente no dia do lançamento, o abaixo-assinado pela melhoria da mobilidade urbana na área reuniu cerca de 500 assinaturas. A participação da população demonstrou o quanto as pessoas desejam o envolvimento do poder público na melhoria da qualidade de vida de Jacarepaguá.

Pensado por Fabio Vaz, que nutre o desejo de ver suas filhas crescerem em um bairro melhor”, o projeto foi abraçado pela AMAF e criou-se um grupo de trabalho para pensar e executar iniciativas que colaborem com a implantação da ideia de construir um bairro melhor para se viver.

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O projeto não se refere somente ao uso da bicicleta, é mais abrangente : além de reivindicar a recuperação de ciclovia já existente ( Freguesia/Barra) e criar um circuito na área da Freguesia para o trânsito das magrelas, estão ocorrendo negociações com autoridades locais, comerciantes e empresários para a colocação de câmeras de seguranças a fim de coibir qualquer ação criminosa. Inclui também a revitalização de áreas de convivência social e de práticas esportivas.  Visa, ainda,  a criação de eventos esportivos e empresariais mensais. 

Texto: Sandra S.Peleias

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Bicicleta pede passagem (por que não?)

Mamães fazem aula de pilates com os bebês (usam sling)

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A fisioterapeuta Alexandra Diniz desenvolve uma prática de Pilates que as mães podem fazer junto com seus bebês até que o peso e a altura deles não comprometam a realização dos exercícios. O que torna possível se exercitar, amamentar e dar carinho é o uso do sling. Formada pela Estácio de Sá R9, ela trabalha também no Hospital do Andaraí e já atendeu o time de futebol do Botafogo.

As mamães entram em forma rapidamente e aproveitam momentos prazerosos junto aos bebês, que necessitam dessa convivência. A fisioterapeuta Alexandra Diniz desenvolveu este trabalho porque sentiu a necessidade de suas alunas retornarem às aulas assim que tiveram os bebês.

 

Voltar a fazer a  atividade física de antes proporciona bem estar e recupera em pouco tempo a alta estima da mulher, mantendo o corpo firme e saudável. A prática de Pilates também combate o estresse, que muitas vezes prejudica a amamentação e o relacionamento da mulher com a família , com os amigos e parentes.

“Tudo muda, na verdade, com o nascimento dos filhos, mas não há necessidade de cortar laços e de se afastar da atividade física de antes nem das pessoas. O Pilates para mães e bebês já tem muitas adeptas”, garante a fisioterapeuta Alexandra Diniz, ela mesma mãe de Rafaela, de quase um ano.

 

Mamães aprovam a experiência

 Carolina Bastos- “Os exercícios com sling foram ótimos, pois trabalham força, equilíbrio e postura. Meu condicionamento físico melhorou e , o melhor de tudo, é que o sling proporciona  interação e fortalecimento do  vínculo entre mãe e bebê. Meu bebê adorava. Foi um período maravilhoso e benéfico”.

Renata Meireles- “ Eu adorei fazer aula de Pilates com a minha filhinha no Canguru. Durante a minha licença maternidade, eu tive uma crise de coluna, tinha que retomar às aulas de Pilates, com urgência, e , ao mesmo tempo, não podia ficar longe da minha filha. Fazer aula com ela, me proporcionou um retorno à vida  social, à otimização da redução de peso e à  reeducação corporal ( minimizando os problemas posturais, inclusive na maneira de carregar e amamentar o bebê), além de fortalecer o vínculo com a minha filha. A minha filha adorava fazer aulas comigo. É muito bom tanto para para nós, mães, quanto para os filhos. Foi uma experiência maravilhosa”.

 

Alexandra Diniz- Studio Pilates Training (Rua Araguaia 676.Freguesia JP)-Fones :(21) 30646886 e (21) 980090581 -e-mail studiopilatesalexandradiniz@gmail.com

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Texto: Sandra S. Peleias ( assessora de imprensa e webjornalista – 21 995114445)

(fotos cedidas por Alexandra Diniz)

Corra atrás da saúde com o Programa DNA Fitness de emagrecimento

Por mais difícil que seja a situação, o esporte é uma ótima válvula de escape contra as tensões e para a manutenção da  saúde. Mas, ninguém pode, de repente, sair do sofá direto para a prática de atividades físicas. É necessário realizar exames e pesquisar atividades e profissionais de acordo com as suas necessidades.

Para quem quer perder peso, ganhar condicionamento e levar uma vida atlética, a personal trainer Viviane Vianna,  pós-graduada, em 2002, em Educação Física e Qualidade de Vida , desenvolveu um programa que considera infalível,  “caso a pessoa tenha disciplina e força de vontade”, ressalta.

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O Programa DNA Fitness de Emagrecimento tem duração de oito semanas e o treinamento  é desenvolvido on line , com acompanhamento nutricional. As semanas são divididas em três fases com evolução na intensidade dos exercícios.

Viviane  explica:  “Você acompanha pelo computador ou por qualquer outro meio de acesso à Internet. O treinamento está baseado na metodologia de treinamento intervalado de alta intensidade. Isto irá lhe proporcionar grandes resultados de queima de gordura e melhora da qualidade muscular. A dieta acompanha o nivel de intensidade do treinamento”.

A personal lembra que a atividade física é fundamental para a manutenção da saúde,  para o bem estar físico e mental. Diminui os riscos de se desenvolver  doenças coronarianas, diabetes e, entre outras, hipertensão.  É também uma grande aliada na manutenção do peso ideal e na melhora da auto estima.

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O seu trabalho de personal trainer se desenvolve de acordo com o objetivo do aluno. Ela planeja e orienta os  treinos  controlando os resultados através de avaliações e testes específicos.

 

www.dnafitnessrj.com.br 

Corrida de rua: vale ir de “pipoca” se a grana estiver curta

Na cidade do Rio de Janeiro não há muitas desculpas para deixar de fazer atividades ao ar livre. É uma cidade ensolarada praticamente o ano inteiro (estrangeiros adoram o nosso clima) e possui áreas diversas para uma série de atividades. Litoral, montanhas, parques. Tudo à disposição 0800 ou quase.

No domingo passado (20/11/2016), experimentei um evento, para mim, desafiador: uma corrida de 5k, na Quinta da Boa Vista (São Cristóvão). Incentivada por amigos (que já estão nos cinquenta ou perto de) e por meu parceiro, fui lá e consegui concluir a corrida ainda com fôlego para posar, sorridente, para uma foto.

É claro que não levo uma vida sedentária e já venho correndo na rua há algum tempo (treinos com uma galera que corre, caminha, nada, pula, salta, dança, escala e, claro… toma  uma cerva). O interessante dos eventos de corrida de rua é que qualquer um pode participar, comprando kit ou não. Vai na modalidade “pipoca”. Pega o calendário, marca o evento e aparece lá para se divertir.

Nesses tempos de grana curta (crise econômica agravada por uma crise moral – corrupção do Oiapoque ao Chuí), é um momento de diversão e prazer os eventos de corrida de rua. Durante o ano são vários. Se o fôlego faltar para cumprir o percurso, não precisa se envergonhar nem se sentir um fracasso, simplesmente caminhe. De “pipoca” ou não, a diversão é garantida. Seu fim de semana vai ganhar cor e alegria. Está esperando o que para correr atrás da natureza?

Detalhe importante: Para todas as idades é necessário fazer os exames médicos de praxe a fim de  estar em dia com a saúde. E, se solta, fazer esporte é pura diversão.

texto: Sandra S. Peleias

Curiosidade sobre a expressão do Oiapoque ao Chuí: 

É uma referência à dois extremos territoriais do Brasil (do norte ao sul), que pode significar diversidade cultural, abrangência nacional e até exagero. No entanto, uma nova expedição oficial contestou e provou que o ponto geográfico mais setentrional (norte) do país não fica localizado no município de Oiapoque, mas, sim, no Monte Caburaí, em Roraima. Já a pequena Chuí, de fato,é o ponto mais extremo ao sul. 😉

Pelos vulcões do Equador

Uma viagem aos vulcões do Equador, país que oferece muitas aventuras. Foi uma viagem também organizada pelo Centro Excurcionista Brasileiro (CEB). Os guias que trabalharam por um ano, para que a viagem se concretizasse ,foram Martinus van Beeck e  Adilson Rodegheri Peçanha.

O ponto alto da viagem de 15 dias foi a subida ao Vulcão Cotopaxi. O tempo ruim, com ameaça de avalanche, não permitiu a chegada ao cume, mas passamos dos 5.400 metros de altitude.

 

Foi mais uma grande experiência, o grupo se desafiou a vencer o frio e a altitude. Algumas pessoas podem não se sentir bem fazendo alta montanha ( mal da montanha- também conhecido como doença das alturas ou hipobaropatia: uma condição patológica relacionada com os efeitos da altitude nos humanos, causada por exposição aguda à baixa pressão parcial de oxigênio a altas altitudes; ocorre normalmente acima dos 2400 metros de altitude).

Não se registrou esse mal em nenhum dos participantes, mas é sempre uma preocupação para quem se aventura subir altas montanhas.

Para quem ama pedalar, Baños é ideal, por lá há La Ruta das Cascadas ( grandes cachoeiras estão pelo caminho, vale muito a pena).

 

Texto : Sandra S. Peleias

Fotos: Maurício Gonçalves e Sandra S.Peleias

 

Centro Excurcionista Brasileiro

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